Encontrei este texto em um site e achei de interesse de todos, é melhor dar uma olhada sobre o risco que nós corremos. O link do site está abaixo e direitos reservados ao escritor. Estamos achando que o mundo vai acabar em 2012 e não é bem isto que vai acontecer. Não é o planeta que vai acabar. Se perdermos toda tecnologia criada, muito dificilmente vamos sobreviver. A comunidade cientifica nunca se preocupou com a veracidade dessas informações, porém agora, uma nova descoberta reforçou a “Profecia Maia”. Respeitados cientistas da Nasa anunciaram a algum tempo a previsão de uma grande tempestade solar no ano 2012.
Segundo os dados coletados, essa tempestade solar seria uma das maiores dos últimos 50 anos, onde foram registradas auroras até no México!! É importante lembrar que por volta de 50 anos atrás não dependíamos tanto de eletrônicos, diferente de nossa condição atual em que somos extremamente dependentes desses equipamentos, onde uma tempestade solar pode significar facilmente e fatalmente o fim do mundo como o conhecemos (seus avôs iam adorar o novo mundo). Quer conhecer sobre a profecia Maia? Dê uma olhadinha no site abaixo ... Acesse o link
TEXTO SOBRE TEMPESTADE SOLAR:
Mário Eugênio Saturno/SP
Tempestade Solar
Se existe uma coisa que nunca vai falhar é a previsão de cataclismos. Isso porque a destruição faz parte da existência, é causa também de criação. Se não fosse o evento do asteróide que caiu na Terra e dizimou os dinossauros há 65 milhões de anos, nós não estaríamos aqui. Muitas ameaças à nossa existência já foram alvo de artigos anteriores, porém ainda não tratei de um: a supertempestade solar, um evento não tão raro.
As tempestades solares estão associadas às manchas solares e mostram ciclos de atividade que tem uma duração de onze anos. São conhecidas desde Galileu. Porém somente agora é que se conhece o seu poder destrutivo. Em julho de 2000, cientistas do Colorado detectaram uma grande emissão de raios X em uma região do Sol que teve atividade nos dias anteriores. A energia foi estimada em bilhões de megatoneladas de TNT.
A Européia ESA e a NASA lançaram em 1.995 a nave SOHO (Solar and Heliospheric Observatory) equipada com 12 instrumentos para estudar o Sol. A Soho está localizada em um dos pontos de Lagrange, o primeiro, chamado L1 (pesquisem, é iinteressante), localizado a 1,5 milhão de quilômetros da Terra, um décimo da distância até o Sol. e foi essa espaçonave que detectou a explosão solar. Trinta minutos depois, a Soho detectou outro fenômeno, uma bolha de bilhões de toneladas de plasma, partículas eletricamente carregadas. A bolha viajava a 1.700 km/s e chegou na Terra 25 horas depois. Ao passar pelo Soho, a bolha desligou os instrumentos temporariamente. Na órbita terrestre, a bolha destruiu um satélite japonês e danificou outros. A próxima tempestade solar ocorrerá em 2011 e já causa preocupação. E com razão pois, em março de 1989, a cidade de Quebec, Canadá, teve um grande apagão por causa de uma forte tempestade solar. Esse apagão durou 90 segundos, mas Montreal, Canadá, ficou sem energia elétrica por mais de nove horas.
Uma tempestade solar é capaz de paralisar a rede elétrica, causar interferências nos sinais de rádio, afetar os sistemas de navegação aéreos, as linhas telefônicas, etc. Em 1859, uma forte tempestade solar afetou as linhas telegráficas dos Estados Unidos, do Reino Unido, da Argentina, e onde existissem, todas ficaram inutilizadas. O evento também foi causa de muitos incêndios. Além disso, a aurora boreal, fenômeno que só é visto nas regiões árticas, pôde ser visto em Roma, Havaí, etc. Esse fenômeno que ocorreru há 150 anos, afetou tudo que havia de elétrico, ou seja, os telégrafos. Hoje temos toda a sociedade baseada em satélites e comunicações por cabos. Um evento desse nos levará à pré-história. A questão não é se, é quando. Mario Eugenio Saturno de Bariloche - Argentina, é Tecnologista Sênior do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), Professor do Instituto Municipal de Ensino Superior de Catanduva e congregado mariano.
Se existe uma coisa que nunca vai falhar é a previsão de cataclismos. Isso porque a destruição faz parte da existência, é causa também de criação. Se não fosse o evento do asteróide que caiu na Terra e dizimou os dinossauros há 65 milhões de anos, nós não estaríamos aqui. Muitas ameaças à nossa existência já foram alvo de artigos anteriores, porém ainda não tratei de um: a supertempestade solar, um evento não tão raro.
As tempestades solares estão associadas às manchas solares e mostram ciclos de atividade que tem uma duração de onze anos. São conhecidas desde Galileu. Porém somente agora é que se conhece o seu poder destrutivo. Em julho de 2000, cientistas do Colorado detectaram uma grande emissão de raios X em uma região do Sol que teve atividade nos dias anteriores. A energia foi estimada em bilhões de megatoneladas de TNT.
A Européia ESA e a NASA lançaram em 1.995 a nave SOHO (Solar and Heliospheric Observatory) equipada com 12 instrumentos para estudar o Sol. A Soho está localizada em um dos pontos de Lagrange, o primeiro, chamado L1 (pesquisem, é iinteressante), localizado a 1,5 milhão de quilômetros da Terra, um décimo da distância até o Sol. e foi essa espaçonave que detectou a explosão solar. Trinta minutos depois, a Soho detectou outro fenômeno, uma bolha de bilhões de toneladas de plasma, partículas eletricamente carregadas. A bolha viajava a 1.700 km/s e chegou na Terra 25 horas depois. Ao passar pelo Soho, a bolha desligou os instrumentos temporariamente. Na órbita terrestre, a bolha destruiu um satélite japonês e danificou outros. A próxima tempestade solar ocorrerá em 2011 e já causa preocupação. E com razão pois, em março de 1989, a cidade de Quebec, Canadá, teve um grande apagão por causa de uma forte tempestade solar. Esse apagão durou 90 segundos, mas Montreal, Canadá, ficou sem energia elétrica por mais de nove horas.
Uma tempestade solar é capaz de paralisar a rede elétrica, causar interferências nos sinais de rádio, afetar os sistemas de navegação aéreos, as linhas telefônicas, etc. Em 1859, uma forte tempestade solar afetou as linhas telegráficas dos Estados Unidos, do Reino Unido, da Argentina, e onde existissem, todas ficaram inutilizadas. O evento também foi causa de muitos incêndios. Além disso, a aurora boreal, fenômeno que só é visto nas regiões árticas, pôde ser visto em Roma, Havaí, etc. Esse fenômeno que ocorreru há 150 anos, afetou tudo que havia de elétrico, ou seja, os telégrafos. Hoje temos toda a sociedade baseada em satélites e comunicações por cabos. Um evento desse nos levará à pré-história. A questão não é se, é quando. Mario Eugenio Saturno de Bariloche - Argentina, é Tecnologista Sênior do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), Professor do Instituto Municipal de Ensino Superior de Catanduva e congregado mariano.

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